ANDYRÁ

andyra

ARTE: Ton Lima

Andyrá significa “morcego”, em tupi antigo; e esse é o nome de um dos mestres que Artemísia conhece em sua jornada.

Ex-mercenário, Andyrá sofre uma perda irreparável na vida e se torna recluso, em um templo. Por longos anos, ele se dedica ao estudo da Sabedoria Ancestral e se torna um dos guardiões dos conhecimentos de Sumé, um dos sábios que guiaram povos indígenas tradicionais das terras que hoje formam o Brasil.

A roupa do personagem foi inspirada nos trajes masculinos do Candomblé, assim como os colares de búzios. Entre os colares de búzios há um cordão com um amuleto de madeira, bem rústico, em formado de “S”, símbolo da tradição, que será criada no futuro, que preserva os ensinamentos de Sumé.

Desde que se graduou mestre, Andyrá, quando anda, não toca o chão com seus pés; ele caminha a alguns centímetros acima do solo, é uma levitação quase imperceptível para quem o observa. Assim, o mestre Andyrá não usa calçados, pois, além de não precisar deles, manter os pés descalços é uma homenagem ao velho Sumé, que, segundo a lenda, deixou as marcas de seus pés descalços em diversos locais espalhados pelo Brasil.

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